20 DE DEZEMBRO DE 2009.

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SINOPSE: Segunda vez na capital federal em vinte e seis anos de carreira de vida, o motivo “felicidade” lança o homem de volta às origens e a baixa porcentagem relativa do ar de Brasília, onde viveu até seus 16 anos antes de se tornar um paulistano de sotaque Brasiliense misturado com nordestino e outras origens brazucas.

Aos 26 anos ele é a força que tenta unir sua família e seus dissidentes, em meio muitas as dificuldades. Depois de uma passagem rápida por Brasília, conseguiu reunir pessoas que há tempos não se encontravam, deixou sua mãe e seus irmãos com sede ter o ente ‘querido’ ao lado.



PREMIÉRE: “O TRABALHO” não tem data pra começar e nem se sabe o que irá fazer.

ELENCO: Ele, amigos, conhecidos e familiares (podem ajudar nesta busca).

CENA 1, TAKE 1: 1983. Com apenas 6 meses Robson chega a um dos maiores centros de “adoção” para crianças em Brasília, o renomado NOSSO LAR. O lugar e freqüentando por pessoas que, muitas agregadas à Comunhão Espírita de Brasília, instituição que ajudara em 46 anos de existência.


CENA 2, TAKE 1: Aos 16 anos começa a vivenciar a luta dos pais pelo garoto. Ele passa muito tempo sozinho, observando e refletindo. Começa a se entender por adulto antes da hora. Nessa época, desenvolve forte ligação com Rosana e os desenhos; vai todo dia à parede do quarto desenhar algo que representasse o seu dia. Está à deriva sem se dar conta.


CENA 3, TAKE 1: Já adulto, em São Paulo, percebe sua paixão por tecnologia e comunicação. Descobre que é o que sempre quis fazer e pensa estudar jornalismo, mas opta por cursar tecnologia da informação para ficar mais intimo do mercado informatizado. Chega a São Paulo em 2000, no decorrer de 10 anos de existência paulista passa por Mc Donald’s, German Computers, Traxart, Wall-Mart, Lune Comercios, Orizon, modelo fotográfico e TUVRheiland.



CENA 4, TAKE 1: Em 2007, participa da fusão de duas empresas, Dativa e Polimed. Tempos mais tarde, vem à primeira decepção, “demissão” em massa aos poucos. Ele fica exatos 364 dias de ‘mãos atadas’, apenas algumas fotos e nada mais. Já no mesmo ano decide escrever um livro sobre a fase que passara com 25 anos. (o livro parou na mesa da editoria por falta de recursos).


(CORTA)


CLOSE NELE: “Robson Sena é um leonino com características capricornianas como eu. Trabalho, trabalho e trabalho. Um homem com muita sensibilidade e fome de ir alem. Gente boa de primeira classe. ‘ o cara que toda agencia queria ter ‘. Foi um ícone na minha vida após trabalhos que muitos recusaram a fazer, ele foi o Sr da missão, sem saber se seria fácil ou não, não sabia de nada, mas fez. Devo os aplausos que recebi a ele”. Sarah – produtora de casting da RF Casting.


CENA 5, TAKE 1: Abril de 2009. Robson volta à Brasília e fica até o inicio de junho para realizar alguns trabalhos na sua mais nova função, ser fotografado, é o maior responsável por reunir velhos amigos de infância e dos tempos de escola. Há tempos tal feito não era realizado, recebeu ‘aplausos’ de alguns, abraços de muitos (natural pela razão).



(CORTA)

VOLTA PARA A CENA 2, TAKE 1: Em SP volta à deriva na sua adolescência, vê filho no meio a guerra familiar. Decisão pela posse e do ‘pivete’, onde fez sua própria vida, ficção autobiográfica, do que vivera até ali. Na cena, Robson vê o adolescente envolvido em conflito, despertando para o seu próprio amadurecimento precoce.

(CORTA)

CLOSE NO NA CIDADE EM QUE SE METEU: “São Paulo nunca foi o meu sonho. Minha mãe veio me visitar em 2004, momento em que me coração pertencia a uma única mulher, que mais tarde viraria ser um “monstro sem rosto e coração”. Sem ler as cartas e suas fotos na parede, ela percebeu tudo. Sabia que a única a merecer o meu coração era ela mesma.



(CORTA PARA O DEPOIMENTO)

O PAULISTA AMIGO: “O Robson é uma maquina de produção.Tem uma capacidade de trabalho inigualável e invejável. Não há obstáculos para ele. Ele não tem nada ( ainda) mas com essa energia, certamente deve chagar onde quer. O louco (Robson) ai me dizia: “chega o tempo em que a gente precisa ser dono do próprio nariz. Eu quero essa independência pra mim, tomar as rédeas do meu próprio caminho”. Fabio Ulisses, amigo com quem Robson dividiu uma casa em SP.


CLOSE PARA O FIM: Na tarde em que recebe Brasília de braços abertos, no aeroporto internacional da cidade, Robson desembarca no dia 20 de dezembro 2009. Ouve sua melodia de vida ‘It’ s so sensational’ do DJ alemão Nas’d. O IPod de 6gb que lhe custou trabalhos contínuos de 36hs.



‘It’ s so sensational’, musica que embalara seus raríssimos momentos de alegria na quinta maior capital do mundo, SP. Olha para baixo na maior parte do caminho até o carro. “É... de volta de onde nunca deveria ter saído”. Penso que ele deve ter dito isso ao chegar. Seu lado paulistano é deixado nas alturas do céu cinza que sempre azul fica e, surge na simpática e palhaça cara do bom e novo Robson Sena, com sorriso metálico até as orelhas. Se eu ligar e perguntar se sente falta do Morrison Rock Bar... Certamente ele dirá: “claro parceiro, tá louco velho, Morrison é Morrison truta. Bora?”.

Saudades de vocês raros e amigos paulistas. Eu volto para visitá-los.

Abraços,

Cordialmente,

Seu maior torcedor. EU


By: Robson Senna Info 2010.
















1 Poste um comentário.:

Meus parabêns pela empreitada!!! boa sorte brasiliense!!!


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